IDP
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  • Linhas de Pesquisa
  • Avaliação Capes
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  • Docentes
  • Discentes
  • Convênios Internacionais
  • Convênios Editoriais
  • Documentos Regulatórios
  • Egressos

Apresentação

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito Constitucional do IDP completará 20 anos de história em 2026. Nesse período, consolidou-se como um Programa de excelência e se destacou pela inovação levada à academia jurídica brasileira. Construído por um corpo docente formado integralmente por doutores(as) líderes nacionais e internacionais em suas agendas de pesquisa, as ações acadêmico-pedagógicas do Programa são construídas de acordo com as melhores práticas regulatórias e acompanhadas continuamente por um corpo técnico-administrativo especializado, formado por mestres(as) e doutores(as). O PPGDC/IDP oferece aos(às) discentes oportunidades de inserção em redes internacionais de pesquisa na América Latina e Caribe, Europa, África, Ásia e Oceania e de estar permanentemente em contato com os(a) principais atores brasileiros da academia, do Poder Público, do mercado e da sociedade civil organizada. Enquanto local de encontro dos(as) tomadores(as) de decisão, as ações do Programa promovem uma educação multidisciplinar em Direito Constitucional, com forte formação científica e metodológica.

História

O IDP foi fundado no ano de 1998 pelos professores Gilmar Ferreira Mendes, Paulo Gustavo Gonet Branco e Inocênio Mártires Coêlho, com o objetivo de tornar-se um grande centro do pensamento jurídico brasileiro em plena capital federal. Os primeiros cursos ofertados foram a nível lato sensu. Em apenas oito anos, o IDP obteve a recomendação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) para início do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito Constitucional, com objetivo de formar mestres e doutores em Ciências Jurídicas, o que inseriu o IDP em um privilegiado e disputado espaço de escolas jurídicas de intelectuais do direito.


O surgimento do PPGDC visou suprir demandas locais e nacionais de formação acadêmica avançada em Direito Constitucional. A localização estratégica do Programa no Distrito Federal – sede dos tribunais superiores, Congresso Nacional e poder executivo federal – proporcionou um ambiente acadêmico favorável à capacitação de lideranças aptas a transformar conhecimento em ações concretas, aprimorando a reflexão jurídica e contribuindo para o bem-estar social. O Programa sempre manteve um perfil plural e nacional, reunindo discentes e docentes de diferentes estados e experiências profissionais, promovendo um ambiente acadêmico dinâmico e interdisciplinar.


Desde sua criação, o PPGDC evoluiu significativamente em termos de qualidade acadêmica e impacto social. Em 2017, o Programa alcançou a nota 4 na avaliação da CAPES, consolidando-se como referência nacional. Esse reconhecimento permitiu a expansão do Programa, incluindo a realização do Mestrado Interinstitucional (Minter) em parceria com a Faculdade iCEV, em Teresina, em 2019. O sucesso dessa iniciativa fortaleceu a influência do PPGDC em outras regiões do país, evidenciando sua contribuição para a qualificação de profissionais do Direito e a redução das desigualdades regionais.  


A nota 4 também possibilitou recomendação, em 28 de novembro de 2028, e a abertura do Curso de Doutorado em Direito Constitucional, em 01 de março de 2019, consolidando o IDP como instituição de referência nacional no ensino jurídico. Esse avanço ampliou a oferta de formação acadêmica, permitindo que alunos do Mestrado pudessem prosseguir sua trajetória acadêmica dentro do próprio Programa.  


Em 2021, o PPGDC recebeu a nota 5 na avaliação da CAPES. Esse reconhecimento consolidou a excelência do Programa e abriu espaço para novos desafios e aprimoramentos institucionais, dentre os quais se destacam a ampliação da internacionalização, o fortalecimento da produção acadêmica de alto impacto e a consolidação de projetos interinstitucionais como o Dinter e o Minter em parceria com a Universidade Evangélica de Goiás – UniEVANGÉLICA, a partir de 2024. Essas iniciativas reforçam o compromisso do Programa com a transferência de conhecimento e impacto social, promovendo a qualificação de novos profissionais do Direito e a integração acadêmica entre diferentes regiões do Brasil.  


Em 2023, o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito Constitucional do IDP consolidou mais um marco significativo em sua trajetória acadêmica ao instituir o estágio de pesquisa em pós-doutorado, regulamentado pela Portaria nº 4, de 17 de julho. Essa iniciativa reforça o compromisso do Programa com a formação de pesquisadores em nível avançado, ampliando as redes de pesquisa nacionais e internacionais, fortalecendo a produção acadêmica de alto impacto e promovendo a integração entre o ambiente acadêmico e profissional. O Pós-Doutorado visa não apenas o desenvolvimento de pesquisas alinhadas às linhas do Programa, mas também a qualificação de docentes e pesquisadores do campo jurídico, contribuindo para a inovação e a disseminação do conhecimento.   


Atualmente, o PPGDC/IDP conta com uma Coordenação Acadêmica formada por 9 integrantes e 3 estagiárias, sendo mestres(as) e doutores(as), o que garante uma gestão estratégica do Programa, e por 46 docentes altamente preparados, com vasta experiência acadêmica e prática da vivência jurídica nacional em um lugar extremamente estratégico: Brasília/DF. Essa conjuntura faz do Programada de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito um Programa de excelência e que se destaca entre os principais do Brasil.

Estrutura Curricular

Mestrado Acadêmico em Constituição e Sociedade

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    A matriz do Mestrado Acadêmico em Constituição e Sociedade do IDP de Brasília é composta das seguintes disciplinas obrigatórias e optativas:

    Obrigatórias:

    Oficina de Escrita Acadêmica

    1º Bimestre (20h)

    Direitos Fundamentais e Jurisdição Constitucional

    1º Bimestre (40h)

    Estado, Democracia e Instituições Políticas

    2º Bimestre (40h)

    Metodologia de Pesquisa e Desenvolvimento de Produto

    3º Bimestre (40h)

    Uniformização de Jurisprudência nas Cortes

    4º Bimestre (40h)

    Estudo de Caso em Direito, Justiça e Desenvolvimento

    5º Bimestre (40h)

    Seminários de Pesquisa Aplicada

    6º Bimestre (40h)

    Optativas

    São ofertadas bimestralmente. Busca-se sempre oferecer aos(às) discentes uma ampla gama de disciplinas que abordem temas relevantes e atuais. Os(as) estudante devem cursar 6 disciplinas optativas de 40 horas/aula. Recomenda-se que todas sejam cursadas até o 4º bimestre de curso.

Doutorado Acadêmico em Direito

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    A matriz do Doutorado Acadêmico em Direito Constitucional do IDP de Brasília é composta das seguintes disciplinas obrigatórias e optativas:

    Obrigatórias:

    Teorias Democráticas e Constitucionalismo Contemporâneo

    1º Bimestre (20h)

    Métodos de Pesquisa Jurídica

    3º Bimestre (40h)

    Oficina de Publicação Acadêmica

    6º Bimestre (40h/a)

    Seminário de Tese

    8º Bimestre (40h)

    Optativas

    São ofertadas bimestralmente. Busca-se sempre oferecer aos discentes uma ampla gama de disciplinas que abordem temas relevantes e atuais. Os(as) devem cursar 10 disciplinas optativas de 40 horas/aula. Recomenda-se que todas sejam cursadas até o 8º bimestre do curso.

Área de Concentração

Direito Constitucional

A área de concentração em Direito Constitucional parte de três premissas fundamentais: 1. O direito constitucional positivo é formado pela constituição escrita, precedentes judiciais, legislação e atos infralegais que regulamentam temas materialmente constitucionais, tratados internacionais globais e regionais de direitos humanos, costumes e práticas; 2. A Constituição encontra-se na intersecção entre o direito e a política; 3. O constitucionalismo, base filosófica do direito constitucional, é produto de discussões nos âmbitos da teoria da constituição, filosofia e ciência políticas, e sociologia.

Dentro da área de concentração, busca-se tanto investigar as instituições do Estado Democrático de Direito em suas dimensões normativa, político-institucional e sociológica – já que a complexidade do direito constitucional contemporâneo impõe a adoção de uma perspectiva interdisciplinar na análise dos fenômenos sociais e jurídicos –, como compreender o papel, as razões e a forma como ocorrem as transformações econômicas e sociais. Também se analisa como o Sistema de Justiça recebe, gestiona ou se exime de conflitos sociais, sob a perspectiva constitucional.

Essas atividades acadêmicas são desenvolvidas em diálogo com a literatura jurídica e com o direito estrangeiro, valorizando-se o uso do direito constitucional comparado. A relevância das pesquisas e das atividades de ensino e extensão sobre direito constitucional e constitucionalismo é notória.

Nesse sentido, destacam-se discussões teóricas e práticas sobre fenômenos contemporâneos, como:

- O constitucionalismo abusivo – utilização indevida de instrumentos do direito constitucional positivo, em afronta ao Estado Democrático de Direito;
- A proteção de dados no Estado constitucional;
- A política criminal nos marcos do processo constitucional;
- Os limites do exercício do controle de constitucionalidade por órgãos administrativos;
- O emprego dos precedentes e a independência judicial;
- O acesso à justiça no sistema multiportas e no contexto da inteligência artificial;
- A construção e a utilização das provas a partir do devido processo legal.

Esses são exemplos da atualidade dos temas e da pertinência das pesquisas desenvolvidas pelo PPGD.

Linhas de Pesquisa

Estado, Constituição e Democracia

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    Sublinha 1: Constitucionalismo e Direito Fundamentais e Humanos

    Sublinha 2: Teoria Jurídica, Filosofia Política e Comunicação

    Esta linha de pesquisa investiga o papel do Direito, da Constituição e das instituições do Estado Democrático de Direito em contextos cada vez mais complexos, cujos atores sociais estão sendo diariamente desafiados a enfrentar problemas que impedem a promoção da justiça e a concretização dos direitos fundamentais. Essa dinâmica permite a identificação de novas práticas e conteúdos das democracias constitucionais, ou mesmo, a reconstrução dos seus arranjos frente aos desafios democráticos mais contemporâneos, para isso nos voltamos à formulação de conceitos e estratégias analíticas adequadas à interpretação científicas desses fenômenos. 


    Considerando que a área de concentração é o Direito Constitucional, torna-se indispensável: i) a discussão acerca dos papéis do Estado na garantia e na efetivação dos direitos fundamentais e humanos, ii) a análise sobre a efetividade material dos direitos fundamentais e humanos, instrumentalizados pelo arcabouço jurídico, e iii) a aplicabilidade das normas fundamentais pelos tribunais, em especial pelas Supremas Cortes.


    É necessário também compreender como a jurisdição constitucional tem atuado para garantir eficácia material àquilo que formalmente tem sido decidido em termos de direitos pelos Parlamentos mundo afora e, também, como tem subvertido, em nome da proteção dos direitos dos mais vulneráveis, a lógica da omissão legislativa deliberada e as possibilidades de backlash existentes nesses casos (realizando o cotejo entre autocontenção e ativismo judicial), bem como compreender se os instrumentos processuais dispostos no arcabouço jurídico são aptos a conferir exequibilidade às decisões exaradas pelas Cortes Supremas ou se é necessária a introdução de novos elementos processuais visando a concretude prática das decisões judiciais em tutela constitucional.


    Para isso, é necessário que se parta de uma análise dos conceitos estabelecidos na doutrina jurídico- constitucional, na jurisprudência e nas teorias do Direito e do Estado frente à ideia de supremacia constitucional, em um contexto de extrema fragmentação política e complexidade social, com ênfase nas instituições político-jurídicas contemporâneas, seus atores, seus processos de tomada de decisões e os efeitos jurídicos a partir delas.


    As pesquisas desenvolvidas nesta linha buscam contribuir para a aplicação da Constituição à realidade do cidadão, de modo a conferir significado, aplicabilidade e força às imposições e determinações constitucionais, passando por temas como: a modernização do Poder Judiciário pós-1988, em especial, em razão da Emenda Constitucional no 45/2004; a judicialização da política, a politização da Justiça e a intervenção judicial em políticas públicas; o diálogo e colaboração entre os Poderes; os sistemas políticos e regimes de governo; as perspectivas contemporâneas da jurisdição constitucional; as instituições políticojurídicas e seus atores como formuladores de política judicial; a filosofia política e o constitucionalismo nas instituições estatais; as análises de gênero dentro da perspectiva constitucional construção de um Estado de permanente igualdade; a definição do conceito de dignidade da pessoa humana pelas Cortes; o acesso à Justiça e a Justiça multiportas; constitucionalismo e relações raciais, analisando sob o constructo da raça e do racismo o fenômeno jurídico; desigualdades sociais, democracia e grupos vulneráveis (negros, mulheres, LGBTQIAPN+, indígenas, quilombolas e tradicionais); história e constitucionalismo na América Latina; direitos humanos, meio ambiente, justiça climática.

Transformações na Ordem Econômica e Social, Tecnologia e Inovação

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    Sublinha 1: Constitucionalização do Direito Privado, Tecnologia e Inovação

    Sublinha 2: Federalismo Fiscal, Gestão Estatal e Transformações da Ordem Econômica

    O desenvolvimento é um fenômeno precipuamente histórico, assim, entender os processos de desenvolvimento e/ou subdesenvolvimento dos Estados, principalmente os emergentes, como é o caso do Brasil, torna-se de extrema importância para lançar luzes sobre os desafios que surgem a partir da organização econômica estatal. O que a história demonstra é que o processo de transformações de ordem econômica e social brasileiro está intimamente ligado ao processo de tomada de decisões políticas e, por consequência, jurídicas. A partir disso, mostra-se de extrema relevância a compreensão das políticas públicas, regulatórias e jurídicas, suas formas de desenho em termos econômicos, os impactos ambientais de várias dessas escolhas (sendo o agronegócio um dos maiores mercados presentes no Brasil), e as escolhas políticas feitas a partir desses desenhos normativos, em busca da garantia de um desenvolvimento que vise a soberania do Estado, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais e do trabalho, a livre iniciativa e o pluralismo político, princípios sobre os quais está estabelecida a Constituição Federal de 1988.


    Para isso, faz-se necessário utilizar teorias tributárias, econômicas e financeiras para fazer diagnósticos, traçar análises e propor soluções a problemas sociais que se apresentam no mundo contemporâneo. Ademais, é necessário compreender também como e quais são as consequências acarretadas pelas inovações tecnológicas no processo de desenvolvimento ético, suas consequências e exigências perante o campo jurídico. Assim, esta linha de pesquisa busca compreender o papel, as razões e a forma como ocorrem as transformações econômicas e sociais, sob a perspectiva constitucional e, também, se abre para analisar as ocorrências do campo privado do Direito, buscando analisar os fenômenos, consequências e desafios que a inovação tecnológica impõe ao Estado Democrático de Direito.


    Considerando que a área de concentração é o Direito Constitucional, as pesquisas desenvolvidas nesta linha buscam lançar luzes sobre as transformações econômicas e sociais em um contexto constitucional, além de se preocupar com as relações privadas em um mundo globalizado, se dedicando a temas como federalismo fiscal no Brasil, ética, financiamento e gestão de políticas públicas, as relações entre Direito e tecnologia e suas implicações sobre os utilizadores do cyberespaço, estratégias para a introdução e manutenção de novas tecnologias na economia (economia digital), novas formas de acesso à Justiça através dos serviços notariais, governança pública em perspectiva comparada com países lusófonos, compliance institucional (nacional e internacional), direito à saúde em perspectiva comparada com a Itália, Direito Civil (todas as subáreas), direitos da personalidade e responsabilidade civil em perspectiva de sistemas comparados (commom law versus civil law), concorrência e regulação de novos mercados (com ênfase em mercados digitais), o fenômeno da uberização da relação e da força de trabalho, e também as inovações trazidas pelas novas tecnologias nas relações de consumo (principalmente, considerando não haver normatividade apropriada para várias dessas questões), as discussões sobre propriedade intelectual e regulação de novos mercados e serviços, a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados aos diversos contextos das relações privadas e públicas e hipóteses e formas de regulação voltadas para novas tecnologias, comunicações, impactos socioambientais (sustentabilidade) e riscos decorrentes da exploração de atividades econômicas.

Solução de Conflitos no Estado Democrático de Direito

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    Sublinha 1: Liberdades, Sanções Estatais e Políticas Criminais

    Sublinha 2: Jurisdição e Direito Processual Civil na Ordem Constitucional

    A contemporaneidade pressupõe o conflito, o embate e, muitas das vezes, a resolução judicial dos conflitos sociais. Os estudos desta linha terão os conflitos como parte importante do contexto contemporâneo, entendidos como reflexos da luta de classes, da busca pelo domínio social em alguma medida e da presença de diferentes interesses e valores na agenda pública. Os estudos desta linha objetivam analisar como o Sistema de Justiça recebe, gestiona ou isenta-se de conflitos sociais nas diferentes esferas sociais.


    De forma mais precisa, conduz este objetivo por dois eixos distintos: o primeiro, através da gestão de conflitos descritos como crime e tratados pelo Sistema de Justiça Criminal; o segundo através dos modos de solução de conflitos no âmbito da jurisdição processual civil, e dos efeitos jurídicos de uma ordem processual constitucional. A proposta aqui é investigar os desafios impostos pela criminalidade organizada ao mundo contemporâneo, com ênfase na crítica ao sistema de persecução e execução penal atuais, bem como na proposição de soluções a serem desenvolvidas, a título de política criminal, por meio do estudo das criminologias críticas e de uma perspectiva garantista, levando em consideração categorias e construtos como raça, gênero e sexualidade.


    Pretende-se, ainda, abordar os limites da intervenção estatal na seara penal do Estado Democrático de Direito diante das novas formas de criminalidade (como na esfera do Direito Penal econômico e transnacional), cooperação jurídica internacional, novas tecnologias e novos mecanismos de resolução de conflitos penais, especialmente a partir da flexibilização de direitos e garantias fundamentais no processo penal, como a justiça negocial (principalmente, os acordos de não persecução penal, colaboração premiada e leniência), sob a perspectiva constitucional em uma interpretação plena dos direitos e garantias insculpidos na Carta de 1988.


    Também, em perspectiva crítica, explora-se a inovação em termos de políticas criminais no contexto da Constituição de 1988 (considerando- se a política criminal como política pública, em suas dimensões legislativa, penal e penitenciária), dogmática penal e processual penal, segurança pública, milícias, grupos de extermínio, estruturas paramilitares e crimes e jurisdição militar, além das questões de gênero, raça e sexualidade no campo penal.


    Busca- se, ainda, compreender a jurisdição processual civil e os desafios impostos a esse campo, o cumprimento dos ritos codificados e as formas de solução de impasses processuais e não-processuais (principalmente, aquelas envolvendo os serviços notariais brasileiros), bem como o fenômeno da constitucionalização do Direito Processual Civil (principalmente, no pós-1988, que assegurou ao jurisdicionado garantias e direitos fundamentais que devem ser resguardados na tramitação processual, mas que com o advento de novas tecnologias permite a flexibilização de formas, por exemplo), abordando suas regras e interfaces e propondo soluções aos desafios encontrados na seara processual. As pesquisas desenvolvidas nesta linha se dedicam ao estudo da efetivação de direitos sociais pelo Poder Judiciário em perspectiva comparada, a constitucionalização do processo civil, o papel das Cortes Superiores brasileiras na jurisdição (principalmente em sua função de solucionar conflitos interpretativos).

Avaliação da Capes

Nota 5

O curso hoje é conceituado com a nota 5 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), autarquia federal subordinada ao Ministério da educação (MEC), responsável pela organização e fiscalização dos Programas de Pós-Graduação no Brasil.

A nota 5 foi atingida em 2022, e significa que o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito do IDP possui alta relevância nacional para a produção científica do país.

PORTARIA MEC Nº 398, DE 29 DE MAIO DE 2025, que homologa o Parecer CNE/CES nº 176/2025, e reconhece programas de pós-graduação stricto sensu em decorrência da Avaliação Quadrienal de 2021 (2017-2020).

Coordenação e Corpo Administrativo

Contatos do Programa

E-mail: ppgdireito@idp.edu.br
Atendimento ao Aluno (Telefônico e WhatsApp): +55 61 9 9957-8843
Atendimento ao candidato: admissao.doutorado@idp.edu.br ou admissao.mestrado@idp.edu.br

Coordenação Acadêmica

  • João Paulo Bachur

    Coordenador do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito Constitucional

  • Eduarda Toscani Gindri

    Coordenadora Geral Stricto Sensu em Direito

Assessoria Acadêmica

  • Géssica Priscila Arcanjo da Silva

    Gerente Acadêmica

  • Iago Masciel Vanderlei

    Especialista Acadêmico

  • Jéssica Yumi Nagasaki

    Especialista Acadêmica

  • Pedro Henrique Queiroz Siqueira

    Analista Acadêmico

Assessoria Administrativa e Sucesso do Aluno

  • Ana Cristina Peres Victor

    Especialista de Sucesso do Aluno

  • Suelene Torres Costa de Cirqueira

    Analista de Sucesso do Aluno

  • Irineu Vinicius da Costa Montezuma

    Analista de Sucesso do Aluno

  • Rhanna Katherine Oliveira Araújo

    Analista de Secretaria Acadêmica

Estagiários e Jovens Aprendizes

  • Camila Lopes Soares

    Estagiário Acadêmico

  • Karen Eduarda Marcelino Alves

    Estagiário Acadêmico

Docentes

Ademar Borges – Doutor em Direito Público, Advogado


André Callegari – Doutor em Direito, Advogado


Atalá Correia – Doutor em Direito, Juiz de Direito do TJDFT

Carolina Costa – Doutora em Direito, Advogada

Celso de Barros – Doutor em Direito, Consultor Legislativo e Diretor-Geral da Câmara dos Deputados

Clara da Mota – Doutora em Direito, Juíza Federal


Clara Iglesias – Doutora em Direito, Advogada

Cristiane Coelho – Doutora em Direito Econômico e Financeiro, Advogada


Daniel Falcão – Doutor em Direito, Controlador-Geral do Município de São Paulo

Denise Abade – Doutora em Direito, Procuradora Regional da República

Fábio Quintas – Doutor em Direito, Advogado

Felipe Freitas – Doutor em Direito, Pesquisador e Secretário de Justiça e Direitos Humanos do Estado da Bahia

Flavio Jaime Jardim – Doutor em Direito, Desembargador Federal do TRF1

Georges Abboud – Doutor em Direitos Difusos e Coletivos, Advogado

Gilmar Mendes – Doutor em Direito, Ministro do STF

Grace Garbaccio – Doutora em Direito, Advogada e Consultora

Ilton Robl – Doutor em Direito, Advogado


Janaína Roland Matida – Doutora em Direito, Assessora de Ministro do STJ


João Paulo Bachur – Doutor em Ciência Política, Coordenador do Mestrado e Doutorado Acadêmico em Direito no IDP

João Trindade – Doutor em Direito, Consultor Legislativo do Senado Federal

José Roberto Afonso – Doutor em Economia, Economista

Laila Maia Galvão – Doutora em Direito, Sócia efetiva do Instituto Brasileiro de História do Direito

Laura Schertel – Doutora em Direito, Advogada

Luciana Garcia – Doutora em Direito, Advogada

Luiz Wambier – Doutor em Direito, Advogado

Manuellita Hermes – Doutora em Direito, Procuradora Federal

Marcelo Ribeiro – Doutor em Direito, Advogado da União

Marcos Lustosa – Doutor em Direito, Pesquisador e Autor

Mariana Barbosa – Doutora em Direito, Procuradora Federal

Marilda Silveira – Doutora em Direito, Advogada

Nelson Rosenvald – Doutor em Direito, Advogado


Osmar Paixão – Doutor em Direito, Advogado

Paulo Gustavo Gonet – Doutor em Direito, Procurador-Geral da República

Paulo Mendes – Doutor em Direito, Advogado-Geral da União Adjunto

Rafael de Deus – Doutor em Direito, Advogado

Rafael Silveira – Doutor em Ciência Política, Consultor Legislativo do Senado Federal

Roberta Amanajás – Doutora em Direito, Assessora Jurídica da 6ª CCR/MPF

Roberto Freitas – Doutor em Direito, Desembargador do TJDFT

Rodrigo Portela – Doutor em Direito, Advogado

Ulisses Schwarz – Doutor em Direito, Procurador do Estado do Mato Grosso do Sul

Victor Fernandes – Doutor em Direito, Conselheiro do CADE

Vinícius Vasconcellos – Doutor em Direito, Advogado

Aluno Semestre Nível Ano
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ALESSANDRA GARCIA MARQUES
Primeiro Semestre
Doutorado
2022
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ALESSANDRO BATISTA BRAGA
Primeiro Semestre
Mestrado
2022
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ALESSANDRO EDUARDO SILVA DE MOURA
Primeiro Semestre
Doutorado
2023
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ALEX ALVES LESSA
Primeiro Semestre
Mestrado
2018
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ALEXANDER FABIANO RIBEIRO SANTOS
Primeiro Semestre
Doutorado
2024
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ALEXANDRE AUGUSTO ARCARO
Primeiro Semestre
Mestrado
2020
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ALEXANDRE MELO SOARES
Primeiro Semestre
Doutorado
2024
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ALEXANDRE ROSA LOPES
Mestrado
2021
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ALEXANDRE SAMPAIO BOTTA
Primeiro Semestre
Mestrado
2019
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ALEXIS MENDONCA CAVICHINI TEIXEIRA DE SIQUEIRA
Primeiro Semestre
Mestrado
2023
1 2 3 4 54

Convênios Internacionais

O IDP dispõe de um Programa de Internacionalização estruturado e exclusivo, com parcerias em diversos continentes, em países com China, Argentina, Itália, Alemanha e Estados Unidos. O aluno que passa pelo IDP tem 3 possibilidades de Internacionalização: Cursos de curta duração, que ocorrem entre 5 e 10 dias com professores das instituições parceiras; Período sanduíche, quando o aluno do curso de Mestrado e Doutorado se desloca para uma das instituições parceiras para participar de atividades acadêmicas como disciplinas e grupos de pesquisa sendo orientado por um professor da instituição parceira; e por último, a Cotutela, que é uma opção exclusiva para os alunos de Doutorado, que permite a dupla titulação. 

Atividades recorrentes que o IDP oferece:

Módulos Internacionais recorrentes em Instituições Estrangeiras

O IDP oferece cursos de curta duração que ocorrem presencialmente nas instituições estrangeiras e são ministrados por docentes de ambas as instituições. Através destas experiências, os estudantes vivem uma imersão no pensamento e na cultura daquela instituição. Ao final do período de estudos, o curso pode ser aproveitado como uma disciplina optativa e os melhores artigos são reunidos em coletâneas e publicações especiais. 

A oferta de disciplinas em instituições estrangeiras costuma variar no ano, de acordo com o interesse das universidades e a regularidade dos convênios.

Os módulos internacionais são informados pelo grupo de WhatsApp da turma.

Dupla Titulação IDP + ISCSP-ULisboa

O programa de Dupla Titulação funciona mediante um convênio entre o IDP e o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Através dele, os alunos e alunas que cursam o Mestrado ou o Doutorado do IDP podem obter uma segunda titulação de Mestre em Políticas Públicas. O convênio se efetiva através do reconhecimento de disciplinas e da mesma dissertação (apenas no caso de mestrado) entre ambos os programas. Para mais informações, acesse: IDP – Dupla titulação.

O Edital de seleção de alunos para a turma de dupla titulação é anual e ocorre em Maio e Junho de cada ano.

Atividades que o/a discente precisa buscar de forma autônoma ou junto de seu orientador(a)

Doutorado/Mestrado Sanduíche

O Programa do IDP autoriza que o discente curse um período de estudos do seu Mestrado/Doutorado em instituição estrangeira. É o chamado “Período Sanduíche” de estudos, no qual o estudante aproveita a infraestrutura e as discussões de outra universidade – estrangeira ou nacional – para o desenvolvimento da sua Dissertação/Tese. 

Os períodos sanduíches podem ocorrer de duas formas:

– Mediante editais próprios, realizados através de convênios entre o IDP e a outra instituição e oferecem um número de vagas específico. Um exemplo desta iniciativa foi o edital para a Universidade de Córdoba (Argentina) que recebeu uma Doutoranda do IDP para período de estudos;

– Por iniciativa do próprio aluno que procura a instituição de preferência. Este é o caso mais comum de período sanduíche. O estudante conta com o apoio do seu(sua) Orientador(a) para identificar um(a) coorientador(a) e uma universidade de destino que seja interessante para sua pesquisa, e com a Coordenação de seu curso, que formaliza o convênio. 

Doutorado em Co-tutela

A Co-tutela é uma forma de cooperação entre o IDP e uma instituição estrangeira que permite ao estudante a dupla titulação no seu curso. Assim, ele pode obter, por exemplo, um título de Doutor pelo IDP e outro, também de Doutorado, pela instituição de destino. 

Para realizar a Co-tutela, o estudante deve buscar a sua instituição de interesse, centrando esta escolha no alinhamento temático com seu projeto de pesquisa e se esta instituição possui um potencial professor orientador. O(a) orientador(a) do aluno no IDP pode ajudar no contato e na escolha da Co-tutela, já que muitos possuem relações com professores estrangeiros que podem receber estes estudantes. 

A partir da escolha, é realizado um acordo entre as instituições de ensino, estabelecendo os termos da cotutela: onde será realizada a defesa, a língua utilizada na apresentação do texto final, o período de duração dos estudos, etc. A Coordenação do Programa no IDP apoia o estudante na elaboração deste termo, compatibilizando as normas regimentais internas com as da instituição estrangeira.

Confira modelos de Cotutela aqui:

Convênios Editoriais

O PROLIC é uma iniciativa dos Programas Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito do IDP, tendo como público-alvo alunos, egressos e professores da nossa comunidade acadêmica. A iniciativa tem como escopo a seleção para publicação de trabalhos acadêmicos em livros e coletâneas, advindos dos trabalhos de Mestrado e Doutorado da instituição.O PROLIC é fruto dos convênios existentes entre a EDAP/IDP e as Editoras Almedina, Juruá e Saraiva. Acreditamos que esta é uma ótima forma de fomentar o impacto científico, social, cultural e econômico dos trabalhos desenvolvidos em nossos cursos. As inscrições para o Programa são anuais e podem ser acompanhadas em nosso site e redes sociais. Para a edição de 2021, as inscrições podem ser feitas no link: https://bit.ly/EditalPROLIC2021-2 .

Revista do Direito Público

A Revista Direito Público (RDP) é o periódico oficial do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Com foco nas linhas de pesquisa do Programa – (a) Processo e Jurisdição Constitucional e (b) Direitos e Garantias Fundamentais -, assim como em outros temas relacionados ao campo do Direito Público, a revista objetiva ser um espaço de atualização científica constante para a comunidade acadêmica.

Produção Intelectual

Nossos docentes, discentes e egressos estão simultaneamente envolvidos com atividades de pesquisa e com seus respectivos projetos profissionais. Seja na área de Administração Pública, Direito ou Economia, dedicam-se a uma variedade de problemas complexos e multidisciplinares. Aqui você poderá observar o que já foi publicado por eles em diferentes periódicos, repositórios técnicos e textos para discussão.

Egressos

Aluno Curso Ano de Titulação